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Estudo associa masturbação a sexo seguro

Estudo associa masturbação a sexo seguro

Chegou a hora de parar com as advertências de pêlos nas mãos e cegueira como consequência da masturbação, diz um estudo que mostra a associação entre sexo solitário e sexo seguro.

Perguntando a 820 adolescentes dos Estados Unidos, o estudo indicou que 73% dos garotos se masturbavam e isso foi associado ao uso de preservativo durante suas relações sexuais com parceiras. Em outras palavras, garotos que se masturbavam tinha oito vezes mais chance de fazer sexo seguro do que os que não se masturbavam.

Adolescentes entre 14 e 17 anos foram entrevistados sobre seus hábitos sexuais no estudo publicado recentemente por Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine.

Tanto meninos quanto meninas que disseram se masturbar tiveram também mais chance de fazer sexo oral e vaginal com parceiros.

Fonte: iafrica.com

O relatório explicou que embora a relação entre masturbação e sexo seguro seja tênue, “a associação entre qualquer comportamento com o aumento do uso de preservativo merece mais investigação, dadas as taxas de gravidez indesejadas e infecções sexualmente transmissíveis em adolescentes”.

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A masturbação foi reconhecida no estudo como uma parte importante da sexualidade, tendo um papel crítico durante o desenvolvimento sexual na adolescência.

Enquanto mais garotos admitiram se masturbar do que garotas, pesquisadores notaram um aumento na frequência da masturbação ao ficarem mais velhos nos dois sexos. Contudo, garotas foram mais precavidas em suas respostas, admitindo aumento na masturbação na medida em que ficavam mais velhas, mas também dizendo que não haviam se masturbado recentemente.

O blog Jezebel.com enfatizou que as garotas precisam se sentir tão à vontade quanto os garotos com respeito à exploração de sua sexualidade. “O estudo enfatiza que ser mais autoconsciente sobre a sexualidade faz os adolescentes terem vida sexual mais saudável. É algo que as garotas não devem perder só porque a sociedade diz a elas que a masturbação é vergonhosa.”

O estudo diz que profissionais da saúde tendem a evitar falar sobre masturbação pois é tema estigmatizado, mas que eles devem abordar o assunto com seus pacientes adolescentes “para dar educação sexual competente e completa em um ambiente clínico”.

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