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1 Comentário

  1. Teresa Monteiro
    3 de outubro de 2011 às 12:19 Responder & darr;

    “Meu doce rio…” Comovente, maravilhoso! Assim, como todas as outras músicas e referências a Bom Jardim, feitas por essa ilustre figura, Bráulio de Castro. Um registro especial a Fátima, sua esposa. Pelo que vi aqui, cantora e música, companheira perfeita, falando a mesma linguagem e vivendo os mesmos ideais do seu marido.
    Agradeço ao Bráulio a consideração com o meu pai, Viana Sapateiro. Quero que ele saiba que a recíproca era verdadeira, papai sempre falava dele com muito carinho, e nos ensinou a ter orgulho desse grande artista bonjardinense.
    Parabéns a todos pela entrevista. Dodó, a falta de roteiro foi fantástica, deixou que a coisa acontecesse, naturalmente, como tem que ser.
    Abraço grande!

    1. Bráulio de Castro
      3 de outubro de 2011 às 15:08 Responder & darr;

      Tereza, agradecemos o reconhecimento do nosso trabalho e aguardamos a sua presença no lançamento do Cd. MINHA TERRA. Em tempo: Meu Doce Rio a melodia é de Fátima, o violão, executado na gravação, é o nosso saudoso Dimas Sedicías, que nos dizia sempre que gostaria de ter feito essa música.

  2. Bráulio de Castro
    3 de outubro de 2011 às 17:39 Responder & darr;

    Revendo a entrevista, esquecí de citar o nome do meu parceiro Marcelo Varella, no maracatu A Rainha do Morro. Gosto sempre de falar no nome dos parceiros.

  3. Teresa Monteiro
    3 de outubro de 2011 às 20:38 Responder & darr;

    Bráulio,

    é só dizer o dia, hora e local que estaremos presente com muita alegria. Meu marido também admira muito o seu trabalho. Quanto ao livro, já está pronto? Onde o encontramos?

  4. Antonio Pessoa(Toinho de Lauro)
    4 de outubro de 2011 às 04:44 Responder & darr;

    Esse Braúlio de Castro é de mais, que entrevista me fez volta aos velhos tempos de criança e adolecência no velho curato.
    Que saudade dos banhos de rio, do pôço de Sá Moça, ponte de Catolé,do açúde de Dr. Mota, só o amigo Braúlio nos faria voltar aos velhos tempos. Sei das dificuldades que o amigo teve em realizar esse grande sonho que com certeza será um grande sucesso. Estou ancioso que chegue o dia do lançamento para ver Bom Jardim alegre e repreto de bonjardinenses
    que moram em outras cidades para prestigiar esse grande evento.
    Parabéns Bráulio, aguardo também o lançamento do livro, não esquceça de mim avisar.

    Um abraço do amigo

    Toinho de Lauro.

  5. Francisco
    4 de outubro de 2011 às 20:08 Responder & darr;

    Oi Bráulio, oi Fátima, vocês irão novamente ” abrir a cortina do passado de Bom Jardim ” (Desculpem o plágio) com o lançamento do novo disco. A saudade é a vontade de ver denovo, como falou o poeta. Vi de perto e muitas vezes participei destes eventos que hoje afloram com a criatividade de suas composições.

    Abraços, Chico.

  6. Abílio Neto
    4 de outubro de 2011 às 21:24 Responder & darr;

    Os poetas, os compositores e os escritores sempre dizem coisas belíssimas sobre a terra em que nasceram, às vezes em forma de músicas como faz tão bem o Bráulio, outras vezes em versos tão bonitos que a música a gente sente quando os lê. Eu jamais esqueço deste poema de Carlos Drummond de Andrade:

    “Confidência do Itabirano (Carlos Drummond de Andrade)

    Alguns anos vivi em Itabira.
    Principalmente nasci em Itabira.
    Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.
    Noventa por cento de ferro nas calçadas.
    Oitenta por cento de ferro nas almas.
    E esse alheamento do que na vida é porosidade e comunicação.

    A vontade de amar, que me paralisa o trabalho,
    vem de Itabira, de suas noites brancas, sem mulheres e sem horizontes.

    E o hábito de sofrer, que tanto me diverte,
    é doce herança itabirana.

    De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço:
    esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil,
    este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval;
    este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas;
    este orgulho, esta cabeça baixa…

    Tive ouro, tive gado, tive fazendas.
    Hoje sou funcionário público.
    Itabira é apenas uma fotografia na parede.
    Mas como dói!”

    Pois é, o nosso Bráulio de Castro é o nosso Drummond de Bom jardim. Seus versos musicados têm a mesma beleza e o mesmo encantamento do poema feito pelo mineiro. E numa entrevista como esta de quase 50 minutos, é que a gente percebe a alma do artista e aquele cordão umbelical que nunca o faz afastar-se do seu lugar. Bráulio de Castro é Bom Jardim e suas memórias, é Bom Jardim e o Rio Tracunhaém, é Bom Jardim e suas estradas esburacadas de acesso, é sua feira e seus grandes músicos e tipos populares. É o doce de Dona Lita e a rabeca do Mestre Faustino.

    Parabéns, Mestre Bráulio. Emocionante entrevista!

  7. Rogério Andrade
    5 de outubro de 2011 às 13:35 Responder & darr;

    Caros conterrâneos Dodó e equipe. Assisti com muito prazer, esta entrevista de Bráulio de Castro – um bonjardinense que conta com muita propriedade a história da nossa terrinha .Aproveito a oportunidade para parabenizá-lo pela idéia do novo CD e pela escolha de grandes intérpretes da nossa música regional. Gostaria de dizer a Bráulio que o nosso saudoso Biu de Epitácio – de quem tem a honra de ser filho – já na década de 50, levava a Bom Jardim artistas famosos do Rádio pernambucano, a exemplo de Paulo Molin, Inaldo Vilarim, inclusive o Expedito Baracho, cantor que fará parte deste seu novo CD. Um abraço a todos. ROGÉRIO ANDRADE- Recife-PE.

  8. Bráulio de Castro
    6 de outubro de 2011 às 10:28 Responder & darr;

    Rogério, realmente Biu levou muitos artistas para Bom Jardim. Do jeito que ele era festeiro, se fosse vivo hoje, iria fazer o maior carnaval com esse meu PROJETO e com certeza iriamos tomar nove pra começar e mais vinte e uma de saideira. hahaha….

  9. Juliano Barbosa
    7 de outubro de 2011 às 00:25 Responder & darr;

    Tive a honra de ser convidado para participar deste novo CD de Bráulio de Castro e fiquei muito feliz com a homenagem feita a meu pai Airton Barbosa (Dêga), um delicioso choro “varandão” para fagote. Estamos todos ansiosos com este disco e felizes pela realização deste lindo projeto. E ainda tem o livro… Ou seja, Bráulio de Castro é isso mesmo: uma fonte inesgotável de boa e verdadeira MÚSICA POPULAR BRASILEIRA, assim com letras maiúsculas! Um Grande Abraço. JULIANO BARBOSA, Rio de Janeiro-RJ.

  10. Bráulio de Castro
    7 de outubro de 2011 às 21:42 Responder & darr;

    Juliano,

    eu é que fiquei feliz por você fazer parte dessa turma que irá enriquecer e valorizar o meu trabalho. É como se fosse o teu pai que estivesse tocando.

  11. Eva
    7 de outubro de 2011 às 23:30 Responder & darr;

    Para mim , Braulio é um compositor ímpar bonjardinense, principalmente porque ele canta e decanta a nossa cidade,nos fazendo relembrar os velhos tempos e as pessoas a quem muito estimamos, pricipalmente o meu velho pai, Mestre Noventa.Juntamente com sua Fátima, engrandecem nossa terra e constituem um referencial dignos de reconhecimento. Não me canso de ouvir “Eu nasci Aqui”.

  12. Bráulio de Castro
    8 de outubro de 2011 às 10:04 Responder & darr;

    Eva,
    outro dia eu me lembrando de uma frase que Mestre Noventa gostava de citar, fiz um frevo matuto, que a letra diz assim:

    “C A R N A V Á”
    Frevo Matuto de: Bráulio de Castro

    Raiou o dia, findou-se a folia
    Tô devendo na venda
    Mesmo assim compensou
    Quem não brincou o carnavá,
    Quá, quá, quá, tres dias num gozô.

    Já dizia Mestre Noventa
    “Quem tem cabeça de prego
    Em banco de feira não senta”.
    Carnavá tira o juizo,
    Carnavá dá prejuizo
    Mas nos alegra e contenta.

  13. Eva
    10 de outubro de 2011 às 11:05 Responder & darr;

    Obrigada Bráulio, por você ainda lembrar algumas frases do meu pai, coisas que eu não me lembro. Que você seja sempre inspirado a compor sobre nosso torrão natal , tão desprezado culturalmente pelas autoridades competentes. Graças a vocês compositores bonjardinenses ela sempre será enaltecida.

  14. marcelo zenaide
    16 de outubro de 2011 às 14:19 Responder & darr;

    Oi Bráulio, acabei de acessar o seu “bate papo”, muito legal mesmo, seus “bonjardinenses” se orgulham de serem conterrâneos seu com justa razão ( só não mudo de Alagoagrandense para Bonjardinense por causa do Jakson – do pandeiro, claro).
    Meu aprêço por você continua o mesmo, minha admiração aumentou.

    Um forte abraço,
    Marcelo Zenaide

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