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Sexo na gravidez pode ser prazeroso

Sexo na gravidez pode ser prazeroso
Uma das maiores dúvidas das gestantes é se gravidez e sexo combinam?
Sim, eles combinam! Mulheres grávidas não precisam interromper a vida sexual durante a gestaçãoDurante a gravidez, o corpo ganha novos contornos, a pele e os cabelos ficam diferentes, um turbilhão de hormônios e emoções passa pela futura mãe. Essa avalanche de novidades tem efeitos também na vida sexual para melhor, quase sempre. Se não há recomendações médicas contra o sexo o que pode acontecer caso a gravidez esteja sob risco não há razão para deixar de aproveitar.

Por causa dos hormônios, a maioria das mulheres fica mais excitada nessa fase. Como a preocupação em prevenir a gravidez (ou conseguir engravidar) já foi para o beleléu, é mais fácil se soltar. Quer mais? Os seios maiores, quadris mais arredondados e aquele brilho que toda grávida tem na pele, nos cabelos e nos olhos costuma deixar a autoestima lá em cima.

Se o momento está sendo especial para o casal, rola mais carinho e intimidade para celebrar o novo vínculo. Ou seja: o sexo fica ainda melhor. Mas algumas travas talvez atrapalhem. Nem sempre a nova forma agrada e os quilos extras podem incomodar, matando a sensualidade.

Em mulheres com gestação saudável, o maior determinante para manter vida sexual ativa e prazerosa durante todo o período é o fato de sentir-se bem em relação ao corpo , afirma Jaqueline Brendler, médica obstetra e terapeuta sexual.

Mitos e medos também podem causar desconfortos. Como, por exemplo, que o bebê vai ser incomodado pela penetração o que é absolutamente impossível de acontecer. Para todas essas dúvidas, vale conversar com o obstetra. A gravidez também pode parecer sagrada a alguns homens, que podem ficar com o desejo sexual em baixa. Se é o caso do seu par, uma boa conversa com um terapeuta sexual pode indicar soluções.

Ser vaidadosa e cuidar do corpo é importante para manter a autoestima e a sensualidade em alta. Também ajuda aproveitar os meses antes do bebê chegar para curtir o parceiro, planejando programas a dois e viagens de fim-de-semana românticas. Lembre-se de que, depois do parto, o casal vai virar uma família, e as atenções com o bebê vão dividir o tempo que antes era apenas para vocês dois. Por isso, aproveite bastante. A proximidade reforça os vínculos que tornam a gravidez especial e o pós-parto mais tranquilo.

1) A atividade sexual durante a gestação pode prejudicar o bebê?
Em princípio, não. A penetração não prejudica o bebê, que está protegido pelo líquido da placenta. Alguns médicos chegam a não recomendar relações sexuais nos primeiros meses de gravidez para reduzir riscos de aborto. “Mas isso não é regra. Varia de caso a caso”, explica a pediatra Ana Lúcia Martins Figueiredo, chefe do Departamento Neonatal do Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. Acredita-se, inclusive, que o sexo no final da gestação pode precipitar o parto. O mais importante nessa hora é saber respeitar o estado da mulher e, caso ela concorde em manter relações sexuais, procurar as posições mais confortáveis.

A preocupação em machucar o bebê na penetração volta e o medo do orgasmo em ocasionar um parto prematuro também são motivos para evitar o sexo. Sexo não prejudica o bebê e não acarreta parto prematuro.

Muitos homens acham que sua mulher grávida é uma das coisas mais atraentes que existe. Outros têm medo de que seu pênis machuque o bebê na penetração. Outros não sabem que posição fazer sexo com aquele barrigão da sua mulher.

Sexo é muito bom durante toda a gravidez. Fortalece os músculos do períneo que ajudam na hora do parto, deixa a mamãe feliz e relaxada, e o bebê sente tudo o que a mamãe sente. Se a mamãe está feliz, o bebê está bem. A cumplicidade do casal pode aumentar.

Caso papai e mamãe não se sintam bem com a penetração, há outras maneiras de se relacionar. Sexo não é só penetração. Masturbação mútua, sexo oral, jogos eróticos, beijos, carinhos e atenção podem ser alternativas à penetração.

A posição do sexo deve ser a que tanto mulher e homem se sintam à vontade. Até a barriga aparecer não tem restrições, mas quando o barrigão está presente algumas posições são incômodas como a tradicional (mamãe e papai) já que o peso do homem em cima da mulher é ruim. Se a mamãe quiser ficar deitada assim, o papai deve elevar o tronco sem pressionar a barriga da mulher.

Outra posição seria a que os dois ficam deitados de lado, o homem penetra por trás, a conhecida posição conchinha ou colherzinha. A posição em que a mulher permanece com as mãos apoiadas, “de quatro”, é outra opção. A mulher ainda pode ficar por cima do parceiro controlando a penetração e não há pressão sobre a barriga.

O sexo só é proibido ou restrito em algumas situações, como sangramentos durante a gravidez, descolamento de placenta, perda de líquido amniótico, risco de aborto, entre outros. Quem irá conferir é o ginecologista.

A mulher, juntamente com o seu companheiro, devem procurar o seu médico e tirar todas as dúvidas em relação ao sexo: se pode ou não a penetração, ter orgasmos, e tudo mais onde existir algum questionamento e ter uma gravidez saudável sem “encucações”.

O medo da penetração

Segundo o ginecologista Luís Fernando, o medo mais comum, especialmente entre os maridos, é o da penetração. “Muitos acreditam que vão machucar o bebê e acabam travando. Mas isso é impossível. Não há como o pênis atingir o feto porque ele está muito bem protegido dentro do útero por várias camadas de músculos e pelo saco gestacional”, esclarece o especialista.

Não bastasse essa proteção bem acolchoada, há ainda um tampão mucoso que fecha a entrada uterina, poupando o pequeno de outros tipos de contatos e contaminações.

Outro tabu que merece ser derrubado é o de que as contrações provocadas pelo orgasmo podem acelerar o trabalho de parto. Na verdade, isso é pra lá de normal e contribui para fortalecer os músculos do períneo, o que, mais para a frente, poderá ajudar na hora do parto normal.

Dicas

Conversa é tudo. Homem e mulher devem colocar o que sentem para que tudo caminhe com cumplicidade e entendimento com os sentimentos do outro.

Sexo é bom desde que não seja uma obrigação. Às vezes, um beijo ou um simples carinho vale mais que tudo.

A penetração não prejudica o bebê que está protegido por uma bolsa de água que amortece qualquer contato.

Algumas posturas são melhores para a grávida porque deixam a barriga à vontade. Veja a seguir algumas sugestões para que o casal possa curtir os nove meses de uma forma divertida, diferente, gostosa e, claro, com muita sedução.

10 Posições Prazerosas e Confortáveis

1. Em pé: Com o apoio da parede, o homem sustenta o peso da parceira, segurando-a pela parte posterior das coxas. É ideal para os primeiros meses da gravidez ou enquanto a barriga ainda estiver pequena. À medida que o útero cresce, a postura pode prejudicar a coluna.

2. De joelhos: Ele se ajoelha e ela fica apoiada em um dos joelhos. A mulher pode abraçar a cintura do parceiro com a outra perna. Essa posição é sugerida para os primeiros meses de gravidez (até o terceiro mês), quando o útero ainda não se dilatou muito.
3. Cachorrinho: Nesta posição, a mulher mantém a barriga totalmente solta, enquanto o homem, ajoelhado, controla a penetração. A postura é bastante confortável durante os primeiros trimestres. Nos últimos três meses, a barriga pesada desequilibra a coluna, que fica mais vulnerável nessa posição.
4. Pelve levantada: Enquanto ela se deita sobre travesseiros (que devem estar acomodados sob a coluna), ele, de joelhos, controla a penetração. Assim, a barriga fica livre. A pelve levantada pelas almofadas facilita o orgasmo. Pode ser experimentada até o sétimo mês. Depois disso, com a barriga muito grande, a posição tende a ficar desconfortável.
5. Colher: É uma das posturas mais confortáveis para a grávida e poderá ser praticada durante a gestação toda. O casal se encaixa de lado e a mulher pode usar um travesseiro pequeno sob a barriga para mantê-la apoiada. A postura deixa a barriga em posição de descanso, como se fosse em um ninho. Outra vantagem é que a coluna, às vezes prejudicada pelo peso da barriga, se mantém em linha reta.
6. Sentada: Sentada em frente e sobre o parceiro, a mulher está à vontade para controlar os movimentos e a intensidade da penetração. Isso permite que ela mantenha a barriga livre, sem nenhuma pressão. Uma postura agradável e suave principalmente a partir do oitavo mês, quando a barriga está mais dolorida devido ao aumento do útero.
7. Papai e mamãe adaptado: Para não pressionar a barriga da parceira, o parceiro não deita totalmente sobre ela. Mantém o tronco um pouco elevado. Assim não há pressão no útero – essencial a partir do segundo trimestre, quando o órgão aumenta bastante de tamanho.
8. Cruz: Essa é uma alternativa pela qual o casal pode optar até o final da gestação. A mulher fica deitada com as pernas flexionadas sobre o corpo do parceiro, que se encaixa nela de lado. Nessa postura, o conforto para a mulher é extremo já que além da coluna bem posicionada, ela mantém a barriga apoiada na cama e em situação de descanso.
9. Sentada de costas:A grávida se senta sobre o homem – de costas para ele – de forma confortável. Como a barriga fica livre e a mulher consegue maior controle sobre os movimentos, a posição permite a relação sexual até o final da gestação.

10. Armadilha da serpente: Vem do Kama Sutra esta sugestão de nome tão curioso. A mulher fica sentada sobre o parceiro, de frente, e ambos seguram os pés um do outro. O arranjo permite ao casal balançar, em um estimulante movimento de vai-e-vem, e deixa a barriga livre. Além disso, evita a pressão sobre o diafragma – com o aumento do útero, a tendência é que o órgão comprima o músculo respiratório e dificulte um pouco a respiração. Com essa posição, a liberdade e o conforto são maiores. Até o final da gravidez.

Fontes: www.minhavida.com.br | bebe.abril.com.br

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