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A perigosa influência da televisão no séc XXI

A perigosa influência da televisão no séc XXI

Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim. (Salmos 101.3) 

A televisão trouxe inúmeros benefícios à sociedade. A comunicação tornou-se precisa, ágil e global. Ela encurtou as distâncias, democratizou a informação e abriu os canais do conhecimento para todos, em todos os lugares do mundo. Não obstante os grandes benefícios trazidos por ela, ela, também, pode tornar-se um grande perigo para a sociedade.

Temos percebido sua poderosa influência, quando mal usada, torna-se extremamente perigosa. A TV brasileira está em decadência. Os valores morais estão sendo pisoteados. As banalidades infiltram-se em milhões de lares todos os dias. A vergonha, a imoralidade, a violência, a falta de respeito são ingredientes para alavancar a audiência.

O renomado teólogo e escritor John Stott, no seu livro Eu creio na pregação, alerta sobre alguns perigos da televisão:

A preguiça mental – A televisão tende a tornar as pessoas mentalmente preguiçosas. Ela atrai, seduz e vicia e manipula as pessoas. É surpreendente a quantidade de tempo que as pessoas passam diante da televisão. Em média as pessoas gastam de três a cinco horas por dia diante da televisão. A televisão torna-se um vício, e esse vicio leva as pessoas a se tornarem passivas. Elas deixam de pensar e  tornam-se preguiçosas mentalmente. A televisão tende a destruir nas pessoas a capacidade da crítica intelectual, produzindo nelas uma verdadeira flacidez mental.

A exaustão emocional – A televisão tende a tornar as pessoas emocionalmente insensíveis. As tragédias do mundo inteiro são despejadas dentro da nossa casa, e não tempos tempo para analisarmos todas essas coisas. No afã de mostrar a realidade, a televisão torna-se formadora de opinião, induzindo as pessoas às mesmas práticas que ela divulga. A violência e a imoralidade andam juntas na televisão. Dessa forma, ela não apenas retrata o que existe na sociedade, mas torna-se uma mestra dessas nulidades.

A confusão psicológica – A televisão tende a tornar as pessoas psicologicamente confusas. Ideias, conceitos , valores e filosofias tende são despejados diante das pessoas, e muitas vezes elas não têm o discernimento necessário para filtrar o que é certo e errado. A perda do sendo crítico e a incapacidade de avaliar o que está por trás da propagandas, das telenovelas, dos filmes e até mesmo de alguns documentários e noticiários produzem uma confusão psicológica de graves conseqüências.

A desorientação moral – A televisão tende a deixar as pessoas em desordem moral. A vastas maioria dos programas, especialmente aqueles que dão mais ibope, estão lotados de valores éticos e morais distorcidos e até mesmo nocivos para a família. A violência veiculada na televisão é uma verdadeira escola do crime. A telenovelas fazem apologia da infidelidade conjugal. Os valores morais absolutos são tripudiados, e a flacidez moral é enaltecida. Aqueles que se viciam na televisão alienam-se dentro de casa, matam a comunicação familiar e intoxicam com conceitos liberais e permissivos que conspiram contra a família e provocam verdadeira confusão moral.

O esfriamento espiritual – A televisão tende a deixar as pessoas apáticas espiritualmente. Muitas pessoas trocam o culto devocional pela televisão.
As mulheres amam as novelas. A tela cheia de cor e brilho ocupa o lugar da oração e da Palavra de Deus.
A comunhão com Deus e com a família é substituída pelo vicio da televisão.

O Eterno nos ajude a discernimos os tempos de frouxidão e liberalismo moral que estamos vivendo.

Marcelo de Oliveira
Bibliografia:  STOTT, John. Eu creio na pregação. Editora Vida

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