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Disputa de Guarda de filhos – Divórcio

Disputa de Guarda de filhos – Divórcio

O tribunal de justiça privilegia questões judiciais no conflito de interesse de seus envolvidos, interesses conflituosos. É de fácil imaginação que estas divergências quando familiares sejam explosivas, e nada trivial ao personagem central a criança na disputa de guarda.

 Muitos são os sentimentos que giram em torno da questão da guarda: desconfiança, medos, inseguranças, raiva e mágoas. A decisão em fazer psicoterapia infantil na criança é extrajudicial, o tribunal está interessado apenas com quem ficará a criança, neste sentido tal avaliação é realizada por uma junta de profissionais do tribunal de justiça – inclusive o psicólogo – que deverão apontar suas conclusões após estudo e avaliação das partes envolvidas na disputa da guarda em questão, a perícia psicológica.
A crise da Instituição da família se estampa sem censura, põe em xeque a estrutura da família contemporânea que repercute nos filhos. Segundo dados do IBGE o brasileiro está casando menos e se separando mais, estima-se que para cada quatro casamentos há um divórcio.
Assim, a psicoterapia clínica para uma criança em que os pais estão em processo de separação não interfere na questão da guarda, pois o psicólogo que poderá influenciar em tal ação não está no campo da clínica psicológica e sim no campo do judiciário.
 A psicoterapia clínica irá minimizar o sofrimento da criança e oportunizar a ela um espaço neutro de reflexão e expressão. A avaliação psicológica requer experiência e capacitação, verifica-se o contexto da queixa, que normalmente é trazida pelos pais, familiares e professores. Em um ambiente neutro é possível investigar a veracidade da queixa, estimulando as potencialidades do infante para observar como este reage diante de estímulos específicos.
fonte –  Psicóloga Carla Ribeiro de Oliveira

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