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5 coisas boas que a cerveja pode fazer pelo seu corpo. São 5 motivos para se orgulhar de amar aquela cervejinha gelada

5 coisas boas que a cerveja pode fazer pelo seu corpo. São 5 motivos para se orgulhar de amar aquela cervejinha gelada

O mundo passou a olhar cervejinha – moderada – com outros olhos, depois de diversos estudos científicos sugerirem que sua ingestão pode trazer alguns benefícios à saúde.  Um estudo publicado no American Journal of the Medical Science revelou que além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio. Além disso, a cerveja não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal. A culpa, na verdade, seria dos aperitivos gordurosos, como salgadinhos e frituras, que geralmente acompanham a bebida.

Abaixo estamos dando 5 fortes motivos para tomar um copinho de cerveja por dia e com isso, dar uma ajudinha na saúde do seu organismo. Lembrando que, os estudos científicos citados não eliminam a premissa de o álcool pode SIM fazer muito mal à saúde. Mas, no caso da cerveja, ao que parece, existem substâncias em sua fórmula que podem fazer bem. Mas, com moderação, sempre!

1- Cerveja aumenta a densidade óssea

O consumo moderado de alguns tipos de cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos, segundo um estudo americano publicado pela revista especializada Journal of the Science of Food and Agriculture. Segundo os pesquisadores da Universidade da Califórnia, a cerveja seria uma fonte importante de silício, componente da dieta que contribui para melhorar a densidade óssea.

Mas atenção: A nutricionista do hospital-escola St. George, em Londres, Catherine Collins, revela que as quantidades necessárias de consumo de silício são pequenas e seus benefícios para os ossos menos importantes do que os relacionados ao consumo de cálcio e vitamina D. Ou seja, tomar cerveja não substitui tais vitaminas. bbc

2- Cerveja ajuda a aumentar o colesterol bom

Duas pesquisas recentes, realizadas na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e na Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, mostram que o consumo moderado de cerveja eleva o nível de colesterol bom (HDL) no sangue, o que é benéfico ao coração. A nutricionista esportiva e fisiologista Andrea Zaccaro explica que o lúpulo e a cevada contidos na cerveja são antioxidantes e, por isso, também ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim no sangue. extra

3- Dá um up no sistema imunológico

De acordo com um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism, o consumo moderado de cerveja traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resiste a algumas infecções. Os resultados da pesquisa apontaram que, após um mês, o consumo diário de uma latinha de cerveja para mulheres e duas para homens é capaz de aumentar a concentração de células de defesa do sistema imune, elevando a produção de anticorpos. gnt

4- Combate à gripe

Um estudo japonês publicado na revista científica Medical Molecular Morphology comprova exatamente o contrário. De acordo com os cientistas, o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, capazes de inibir a multiplicação do vírus respiratório, contribuindo também para a prevenção da pneumonia. Um estudo, publicado na revista científica Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Disease, fez uma releitura de outros 150 estudos sobre benefícios da cerveja e  concluiu que o consumo diário de um copo pode ser dar bem. A cerveja contém altos níveis de antioxidantes, além de minerais, como fósforo, iodo, magnésio e potássio e uma baixa quantidade de açúcar. gnt

5- Previne o desenvolvimento de Alzheimer

Um grupo de cientistas da Universidade de Loyola, nos Estados Unidos, revisou de 34 estudos que relacionam o consumo de álcool e problemas cognitivos, totalizando 365 mil voluntários analisados. Os resultados apontaram que aqueles que bebem cerveja moderadamente apresentam risco 23% menor de desenvolver Alzheimer e doenças semelhantes, quando comparados a pessoas que nunca consomem a bebida. A cerveja dá sinais de que não deixa as placas beta-amiloides se acumularem. Essas placas envolvem os neurônios, impedindo a comunicação entre eles. No Alzheimer, esses neurônios presos se atrofiam e o paciente passa a apresentar distúrbios de memória, de comportamento e de personalidade. super

 

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