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Treino com Corda Naval – 7 Dicas para Melhores Resultados

Treino com Corda Naval – 7 Dicas para Melhores Resultados

O treino com corda naval é um tipo de treinamento que já foi associado a benefícios como o aumento da força, da potência e da resistência, além de ser classificado como um treinamento metabólico e de tonificação muscular.

O treino com corda naval vale a pena para quem deseja construir músculos ou mudar a rotina da malhação sem precisar aderir a pesos extremamente pesados. As cordas criam força e tensão a partir de ângulos que são mais difíceis de serem atingidos com os treinamentos básicos com pesos e surpreendem e confundem os músculos, fazendo com que novos ganhos sejam adquiridos.

Os exercícios com a corda naval também contribuem em relação à estabilidade e mobilidade. 

Vamos conferir agora um apanhado de 7 dicas para melhores resultados com o treino com corda naval:

1. Escolher uma boa academia

Para ter bons resultados no treino com corda naval é fundamental que você escolha uma boa academia que forneça os melhores equipamentos e profissionais para que o seu treino aconteça da melhor maneira possível.

Por isso, pesquise a respeito das academias da sua cidade que oferecem o treino com corda naval, converse com pessoas que fazem a atividade nesses lugares e fale com os instrutores responsáveis pelo treinamento, tirando todas as suas dúvidas, antes de tomar a sua decisão final. 

2. Escolher uma boa corda 

Caso a academia não ofereça a corda ou você vá fazer o treino em casa mesmo, a dica é optar por cordas de nylon com terminações emborrachadas, que fazem com que seja mais fácil agarrar a corda quando as mãos estão suadas.

3. Mover a corda em diferentes direções

Agora falando do momento da execução do exercício propriamente, uma dica do criador do sistema original de um tipo de treino com cordas, John Brookfield, é tentar fazer diferentes movimentos para trabalhar diferentes músculos e habilidades.

É aconselhável não mover a corda somente para cima e para baixo, mas também movimentar o equipamento de um lado para o outro, o que dá maior ênfase aos quadris e ao core, além de ajudar a criar uma estabilidade em todo o corpo.

Ao movimentar as cordas em círculos, o praticante pode melhorar a mobilidade e a amplitude de movimento dos ombros, o que auxilia em relação a diminuição dos riscos de lesões.

4. Seguir um treino todo com a corda

Alguns praticantes fazem uso das cordas como um exercício finalizador ou uma atividade presente em um circuito maior. Entretanto, Brookfield explica que é possível ter um bom treinamento só com as cordas.

Converse com o seu treinador a respeito da possibilidade de executar um treino com corda naval complato na sua rotina. Por exemplo, uma das sugestões é fazer ondulações com a corda durante 20 minutos. 

5. De olho na intensidade

Segundo Brookfield, mover-se para longe do ponto de ancoragem da corda diminui a intensidade do exercício, enquanto mover-se para perto do ponto de ancoragem aumenta essa intensidade. 

O profissional aconselha passar dois minutos mais perto do ponto de ancoragem e um minuto longe dele durante o treino. Brookfield esclareceu que o período passado mais distante do ponto de ancoragem serve como uma recuperação ativa.

6. Diversificar os exercícios

Em um único circuito com a corda naval é possível integrar uma série de exercícios que podem ser feitos com o auxílio do equipamento. Alguns deles são: prancha, polichinelos, movimentos circulares duplos com a corda, batidas com a corda no chão, lunge com ondulações com a corda e agachamento thrust com batida dupla com a corda no chão.

São indicados ainda outros exercícios como: burpee com salto duplo lateral, agachamento com salto com ondulações com a corda, movimentos cruzados com a corda e flexão com ondulações duplas com a corda.

Converse com o seu treinador a respeito da possibilidade de inserir exercícios diversos no seu treino com corda naval como forma de tornar o circuito mais interessante e divertido. Assim, você fica mais motivado para malhar do que ficaria se tivesse que fazer os mesmos movimentos com as cordas durante toda sessão.

7. Começar aos pouquinhos

Especialmente para quem não está acostumado a treinar com cordas pesadas ou fazer qualquer tipo de treinamento mais pesado, é fundamental começar aos poucos, mesmo se toda a sessão seja feita com as cordas. 

Seja sincero com seu treinador a respeito do seu nível físico – até porque uma hora outra ele vai identificar qual é o seu nível real – e não tenha vergonha de começar devagar, evoluindo aos poucos, até chegar aos exercícios mais complexos.

É melhor fazer isso e ir ganhando aptidão física aos poucos do que querer iniciar logo em uma intensidade que o seu corpo não aguenta e acabar se lesionando. E uma vez lesionado, não dá para obter nenhum tipo de avanço ou bons resultados.

Cuidados com o treino com corda naval 

Antes de incluir o treino com corda naval ou qualquer atividade física diferente à sua rotina de malhação, você deve fazer uma avaliação médica para se certificar de que está realmente apto a executar esse tipo de atividade e saber em que intensidade deve começar o treinamento em questão. 

Até porque não dá para falar em melhores resultados se você acabar lesionando-se durante os exercícios, como falamos acima.

Também vale a pena contar com o acompanhamento e orientação de um bom personal trainer que te ensine a técnica correta de cada movimento, o que diminui as chances de lesão, e esteja por perto caso você se machuque para dar os primeiros socorros.

Caso resolva treinar sozinho, sem a ajuda do instrutor, tenha certeza de que sabe corretamente a técnica dos movimentos, para que o treino seja efetivo e seguro. E se sofrer algum tipo de lesão ou machucado, busque ajuda imediata de um médico, visto que você não terá o apoio do treinador para lhe prestar os primeiros socorros.

Revisão Geral pela Dra. Patrícia Leite – (no G+)

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