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As Crônicas de Dona Eva Souto Maior

As Crônicas de Dona Eva Souto Maior

Gratidão aos Bonjardinenses

O Programa “Naquele Tempo” é de veras, devedor de uma homenagem, a um bonjardinense que já deveria ter sido homenageado há muito tempo. Porém, nunca é tarde para se reconhecer os valores do ser humano. Refiro-me ao grande baluarte, grande líder político e administrativo Noé Souto Maior. Sei que a maioria dos bonjardinenses tira seu chapéu diante deste homem que dedicou parte de sua vida a serviço de nossa terra.
Sempre o admirei, não só pelo seu tirocínio administrativo, mas por ser profundo conhecedor da história do nosso povo e das leis que regem o nosso país,
Como cidadão comum, foi e é um bom esposo, bom pai, bom profissional e bom amigo. Como político, foi um grande líder e incansável na conquista de melhores condições de vida para o seu povo.
Na sua trajetória de vida, Noé atuou em vários segmentos: Secretário de Prefeitura, Tabelião de Cartório e Prefeito por dois mandatos.
Como prefeito teve uma atuação brilhante servindo de espelho por muito tempo para alguns dos seus sucessores. Calçamento de ruas, eletrificação rural e construção de escolas foram as suas metas prioritárias.
Ajudou muito a Madre Ódila no desenvolvimento so Colégio Sant’ Ana.
Ainda comprou o Ginásio de Bom Jardim a Mário Souto Maior e ofereceu à nossa juventude o estudo gratuito.
Porém, o divisor de águas de sua administração foi a Vila Noelândia, esta o imortalizou.
Não posso afirmar, mas acho que a construiu com recursos próprios do município e doou aos bonjardinenses por um valor tão irrisório, e assim mesmo, em parcelas tão ínfimas que podemos dizer que foi mais uma doação que uma venda.
Hoje, a Vila Noelândia, tornou-se o Bairro Nobre de nossa cidade.
Foi justíssimo o nome dado a mesma, pois é uma homenagem ao seu fundador.
Neste momento, venho em nome do Programa “Naquele Tempo”, em meu nome e em nome de todo bonjardinense, lhe dizer obrigado, Noé, por você ter contribuído imensamente para o crescimento da nossa terra.


Fique certo que será sempre lembrado e que seu nome estará nos anais da História de Bom Jardim.
“O homem é eterno quando seu trabalho permanece”.

Manoel Souto de Arruda

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