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13 Absurdos em que as pessoas acreditavam na Idade Média

13 Absurdos em que as pessoas acreditavam na Idade Média

Há algumas afirmações que, para as pessoas de hoje em dia, soam como completos absurdos. Mas a história revela, por exemplo, que durante a Idade Média, enquanto a ciência atravessava momentos difíceis e sofria descrédito, as pessoas acreditavam em vários tipos de maluquices.

Ainda que nós, do Incrível.club, saibamos que existem muitos conceitos equivocados sobre a antiguidade, é fato que, da Era medieval para cá, o conhecimento humano evoluiu, e muito.

Ao final do post, você verá um bônus sobre ideias erradas sobre esse período da história, mas que persistem até hoje.

13. Pessoas minúsculas dentro de espermatozoides

Pouco tempo depois, surgiram os opositores dessa ideia, para quem o início da vida acontecia no corpo feminino: a semente masculina apenas “despertava” essa vida. No fim das contas, a verdade estava em algum lugar entre as duas teorias.

 12. Titivillus

No entanto, pelo visto esses religiosos não queriam admitir as falhas, pois inventaram até um demônio específico para erros de escrita: Titivillus.

Supostamente, o espírito reunia todos os erros de um monge numa sacola para que, após sua morte, o diabo pudesse apresentá-los, dificultando a entrada no religioso no paraíso.

11. Coração enterrado separado da pessoa

Contudo, só os ricos poderiam fazer algo assim. Entre eles estavam Ana Bolena, Ricardo I e Frédéric Chopin.

 10. Um animal podia ser intimado para comparecer à corte

Em uma ocasião, na cidade suíça de Lausanne, a corte intimou larvas que estavam sendo processadas por comer as plantas dos jardins. Elas não compareceram. Assim, foram excomungadas e expulsas da cidade.

Já os gatos estavam entre os bichos mais executados, pois acreditava-sem que eles tinham parte com o demônio. Isso levou a um extermínio felino, e a uma consequente proliferação de roedores. Estes, por sua vez, teriam sido os responsáveis por espalhar a peste pela Europa. Isso sim, é um verdadeiro crime!

9. Haveria uma grande continente no Pacífico

Há muito tempo atrás, diferentes nações acreditavam que um continente que ficava no meio do Oceano Pacífico tinha afundado. O território era chamado de muitas maneiras: Pacifida, Mu o Lemúria. A Ilha de Páscoa era tida como uma prova indireta da existência do continente, que teria afundado aos poucos até desaparecer por completo.

 8. Sangue de gladiadores contra a epilepsia

O famoso Plínio escreveu sobre o assunto: “Os epiléticos bebem sangue de gladiadores como se fosse o elixir da vida. Acreditam que é melhor beber quente, enquanto a pessoa ainda respira”.

  7. Bruxas usavam os genitais masculinos como mascotes

O mais estranho é que essa história não surgiu do nada: na medicina, existe algo conhecido como síndrome de Koro. Quem sofre do problema acredita, irracionalmente, que seus genitais estão desaparecendo. E como era de se esperar, a culpa disso recaía sobre as mulheres tidas como bruxas na Idade Média.

6. Espíritos malignos vivendo em couve-de-bruxelas

 Ainda hoje, nos países ocidentais, algumas pessoas fazem um corte em forma de cruz antes de cozinhar couve-de-bruxelas. Apesar de haver a crença de que assim o vegetal cozinha mais rapidamente, o hábito tem outra origem.

Na Grã-Bretanha medieval acreditava-se que pequenos demônios se escondiam em meio às folhas da couve-de-bruxelas. Se alguém comesse um deles acidentalmente, sofreria de indigestão. Um efeito muito parecido ao provocado pelo consumo de alimentos contaminados, não é? Podemos deduzir que as pessoas medievais não conheciam muito a importância de lavar bem os vegetais antes de comê-los. Assim, os cortes em cruz eram uma forma de “batizar” a couve.

5. Alguns animais nascem espontaneamente

Mas é esquisito saber que, séculos atrás, as pessoas consideravam que ratos também apareciam por conta própria.

 4. Abelhas são pássaros

3. E os castores são peixes

Em segundo lugar, era sabido que os testículos do castor possuíam propriedades curativas, o que fazia o bicho ser muito caçado durante a Idade Média. A crença popular dava conta que, quando um castor entendia que não escaparia dos caçadores, mordia os próprios testículos e, assim conseguia fugir.

A lenda tem um lado racional: a secreção produzida pelas glândulas do animal continua sendo usada por perfumistas atualmente.

 2. Bebês não sentem dor

Por isso, bebês eram operados sem anestesia, e se eles chorassem, o motivo só podia ser pura e simples reação dos nervos, sem uma sensação de dor.

1. Algumas combinações de notas musicais eram capazes de atrair o demônio

O som do trítono pode ser ouvido aqui.

 Bônus: mitos sobre a Idade Média

Ainda que a Idade Média seja considerada a Era das trevas, muitos dos rumores são exagerados. Por exemplo, que as pessoas só se lavavam uma vez por dia, que as mulheres eram constantemente humilhadas, sequer sendo consideradas gente.

E nem todas aquelas que não casavam terminavam num convento. Muitas ajudavam os pais nos cuidados com a casa (afinal, por que eles iriam perder um par de mãos para o trabalho?), outras aprendiam um ofício e trabalhavam no mesmo ritmo dos homens.

Como se pode ver nestas ilustrações, mulheres das classes baixas tinham o direito de dominar qualquer tipo de profissão.

  

Abaixo, por exemplo, uma mulher desenha um retrato.

Foto de abertura William Andrews/wikipedia

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