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Público lota o Santa Isabel para reverenciar o Festival Nacional do Frevo

Público lota o Santa Isabel para reverenciar o Festival Nacional do Frevo

O público lotou o Teatro de Santa Isabel, na área central do Recife, para conferir a final do Festival Nacional do Frevo, realizado pela Prefeitura do Recife na noite desta sexta-feira (13). No palco, artistas interpretaram 12 frevos inéditos, selecionados entre 724 inscritos. Entre eles, participaram intérpretes já conhecidos na cidade, como Edinho Queirós, Josildo Sá e Ed Carlos.

As músicas concorreram nas categorias frevo de blocofrevo de ruafrevo canção e frevo livre instrumental. Entre os prêmios estão apresentações remuneradas no Carnaval 2019 e no Festival de Inverno de Garanhuns de 2018, além das gravações em estúdio de suas composições. “O festival abriu o começo de um caminho sem fim para os compositores”, disse a secretária de Cultura do Recife, Leda Alves.

Vencedores do Festival Nacional do Frevo

Na categoria Livre Instrumental, Primeiro de Maio, de Romero Bonfim; No primeiro dia do nosso amor, venceu a categoria frevo de bloco. Já em frevo de canção, Claudionor, o menino do Frevo, de Basílio de Castro (em homenagem ao maior intérprete de frevo, Claudionor Germano). Na categoria frevo de rua, o prêmio foi para Alvoroçado, do compositor Bené Sena. Confira, no final do texto, a lista completa de premiados.

Ao entrar no palco, o cantor Edcarlos levantou a plateia do Santa Isabel e terminou sendo o escolhido dos jurados como o melhor intérprete na música “Claudionor, o menino do Frevo”. E Marcos FM foi o contemplado como melhor arranjador, na canção Sapecando.

O público ainda conferiu uma belíssima apresentação do Balé Popular do Recife, que, dividindo um palco com a Orquestra do Maestro Edson Rodrigues, relembrou grandes clássicos do frevo pernambucano. Angélica Madureira, diretora do Balé Popular, afirmou que estava muito entusiasmada por ter participado do Festival. “Puder unir a música com a dança é uma coisa fantástica. Sem a música não tem a dança e vice-versa”.

maestro Ademir Araújo (Formiga) torce para que o frevo seja valorizado não só no Festival, mas que outras iniciativas semelhantes possam ter seguimento. “É louvável a iniciativa da Prefeitura do Recife pelo retorno, é a busca pelo aprimoramento”. O cantor Edcarlos disse que o frevo é mundial e nada melhor do que o Festival Nacional para reafirmar a força do ritmo genuinamente pernambucano. “Junte-se a nós e venha fazer a diferença, aqui é a nossa casa”.

O processo de seleção do Festival contou com três eliminatórias, realizadas nos últimos dias nos dias 11 e 18 de maio e no dia 3 de julho, nas duas unidades do Compaz e no Paço do Frevo

Categoria Frevo Livre Instrumental – Autoral

1º colocado: “Primeiro de Maio”, de Romero Bonfim

2º colocado: “Tubarão no Circo”, de Zé Freire

3º colocado: “Frevo da Amizade”, de Ronaldo Batata

Categoria Frevo de Bloco

1º colocado: “No primeiro dia do nosso amor”, de Lourenço Gato e Flávio Souza

2º colocado: “Matando Saudade”, de Luiz Gonzaga de Castro

3º colocado: “Tempo de Saudade”, Luiz Guimarães

Categoria Frevo Canção

1º colocado: “Claudionor, o menino do Frevo”, de Basílio de Castro

2º colocado: “Frevo Bregado”, de Carlos de Melo Brasil

3º colocado: “Sabor de Rum Hortelã Café”, de Edinho Queirós

Frevo de Rua

1 º colocado: “Alvoroçado”, de Bené Sena

2º colocado: “Sapecando”, de Marcos FM

3º colocado: “Adriana do Frevo e cia”, de Parrô Melo

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