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Pernambuco alcança meta do Ideb, mas perde posições no ranking

Pernambuco alcança meta do Ideb, mas perde posições no ranking

Estado obteve nota 4,0 no levantamento e supera a média nacional, que foi de 3,5

Pernambuco foi o terceiro colocado no ranking nacional do Ideb. Foto: Ademar Filho/Secretaria Estadual de Educação

Pernambuco alcançou a meta do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e superou a média nacional estabelecida pelo Ministério da Educação (MEC). O balanço divulgado nesta segunda-feira (3) revela que o estado também foi o único do Brasil a bater todas as metas nacionais para o Ensino Médio ao longo da série de levantamentos, que teve início em 2005.

Os dados mais recentes, referentes ao ano de 2017, apontam que Pernambuco obteve a nota 4,0, enquanto a meta nacional foi de 3,5. Apesar do resultador positivo, que cresceu 0,1 em relação ao balanço de 2015, Pernambuco perdeu o primeiro lugar na ranking nacional. Desta vez, o estado obteve o terceiro melhor resultado entre todas as redes estaduais de ensino do país, perdendo para Goiás (4,3) e Espírito Santo (4,1). A Bahia é o estado com o pior desempenho, apresentando 2,7 de média.

Pernambuco é o terceiro colocado no ranking nacional, perdendo para Goiás e Espírito Santo

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No ensino médio, Pernambuco apresenta a menor taxa de abandono escolar do país. No Norte/Nordeste, o estado também tem a menor taxa de distorção idade-ano.

Em nota, a Secretaria de Educação de Pernambuco aponta que os resultados do estado estão diretamente relacionados aos investimentos na rede integral de ensino, que está presente em 52% das escolas estaduais de ensino médio. O órgão estadual se queixou da metodologia adotada no balanço mais recente: “Foram desconsiderados, para a média dos estados, os resultados das Escolas Técnica Estaduais e incluídas no cálculo escolas com baixa participação, permitindo ainda que estados com menor participação preenchessem as notas de estudantes ausentes na avaliação com as notas de estudantes presentes”.

Ainda de acordo com a pasta da educação, “esta metodologia contraria a portaria que regulamentava a avaliação e altera os resultados do IDEB, beneficiando o resultado de alguns estados e prejudicando o de outros, como é o caso de Pernambuco”.

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