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Haddad perde o controle e diz que Mourão foi torturador. General vice de Bolsonaro declarou que ‘cabe processo’

Haddad perde o controle e diz que Mourão foi torturador. General vice de Bolsonaro declarou que ‘cabe processo’

O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, tem feito declarações controversas nesta reta final do segundo turno. Numericamente atrás do adversário com quase 50% de desvantagem, segundo os institutos de pesquisa, Haddad tenta se descolar de Lula, faz declarações agressivas contra o adversário, Jair Bolsonaro, do PSL e até mesmo afirmações sem comprovação.

Em uma delas, afirmou que o general Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa do presidenciável  Bolsonaro, teria sido um torturador durante o regime militar. Ao ser sabatinado na central dos jornais “O Globo”, “Extra”, “Valor Econômico” e revista “Época”.

Durante sabatina dos jornais “O Globo”, “Extra”, “Valor Econômico” e revista “Época”, Haddad disparou: “O Mourão, por exemplo, foi ele próprio torturador. Geraldo Azevedo declarou até num show que foi pessoalmente torturado pelo Mourão. Ao ver um torturador a par de uma figura como Bolsonaro, eu acho que deveria causar temor nos brasileiros minimamente comprometidos com o estado democrático de direito” , afirmou Haddad na sabatina.

Mourão chamou de “mentira ridícula” a acusação feita a ele por Fernando Haddad” e disse que cabe processo” contra o cantor e acusou o candidato do PT de “fake news”.

“Cabe um processo, pois o tal Geraldo Azevedo me acusa de tê-lo torturado em 1969. Eu era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre. Nunca vi uma mentira tão ridícula”, disse Mourão, questionado pelo blog.

A assessoria de Geraldo Azevedo divulgou nota na qual o músico se desculpa “pelo equívoco”:

“No último fim de semana, Geraldo declarou em um show no interior da Bahia que o general Mourão era um dos torturadores da época de suas prisões. No entanto, o vice-presidente do candidato Jair Bolsonaro não estava entre os militares torturadores. Geraldo Azevedo se desculpa pelo transtorno causado por seu equívoco e reafirma sua opinião de que não há espaço, no Brasil de hoje, para a volta de um regime que tem a tortura como política de Estado e que cerceia as liberdades individuais e de imprensa”, diz o texto da nota.

Haddad disse na sabatina que a vitória de Bolsonaro seria um “retrocesso retumbante” no país, “que é a vitória de um rebotalho da ditadura, que é o que sobrou dos porões.

Sobre o presidenciável do PT, Mourão afirmou ao blog: “Quanto ao Haddad tem que cuidar com as fake news”

Com informações do Blog da Andréia Sadi, no G1

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