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Vida sexual ativa retarda o envelhecimento

Vida sexual ativa retarda o envelhecimento

Sexo é bom e (quase) todo mundo gosta. Mas, por preconceito ou desinformação, a atividade sexual costuma estar associada apenas à juventude. Há um mito de que, após uma determinada idade, o sexo é desinteressante, acontece apenas ocasionalmente ou, pior: não existe. Mas pesquisas recentes demonstram exatamente o oposto: casais na meia idade podem ter uma atividade sexual mais intensa e satisfatória do que a maior parte dos jovens adultos.

Sexo ainda é tabu?!

Grande parte da desinformação sobre o sexo na maturidade vêm do tabu que ainda envolve o tema. Mas, tanto do ponto de vista social como biológico, os seres humanos são em tese sexualmente ativos até o último dia de suas vidas. A idade não pode ser um obstáculo para uma vida sexual plena – caso seja, significa que outros fatores psicológicos ou de saúde, e não a idade em si, estão impedindo uma atividade sexual plena.

Mas isso não significa que o sexo é rigorosamente igual para todas as pessoas, não importa a idade. As mulheres, com o passar do tempo e especialmente após a menopausa, podem produzir uma lubrificação vaginal insuficiente para prática do sexo, o que torna a atividade sexual, muitas vezes, desconfortável. Exatamente por isso, os orgasmos podem se tornar menos frequentes para as mulheres com o passar da idade. Os homens, por sua vez, podem experimentar maior dificuldade para manter ereções intensas o suficiente a ponto de permitir a penetração.

A ciência do sexo

Mas a boa notícia é que os problemas sexuais especificamente relacionados à idade são plenamente controláveis e reversíveis. Na maior parte das vezes, o declínio da atividade sexual após a meia idade está relacionada à diminuição do nível dos hormônios sexuais, especialmente da testosterona. Essa diminuição do nível de hormônios impacta negativamente o desejo e o desempenho sexual. Mais que isso: os impactos psicológicos gerados pela perda do interesse sexual podem ser um fator que gera ainda mais dificuldade no sexo, o que termina por se tornar um ciclo vicioso.

Contudo, pesquisas recentes comprovam que os tratamentos de reposição hormonal são poderosos aliados na recuperação do desejo e do desempenho sexual. A prática de exercícios também tem se mostrado um poderoso aliado quando o assunto é a melhora do desempenho entre quatro paredes. Mas o melhor remédio para uma boa vida sexual é bem simples: fazer mais sexo! Há um ciclo virtuoso, em que a prática sexual frequente leva a uma melhora nos níveis hormonais e a uma ampliação do estado de bem-estar psicológico. E gente feliz é, naturalmente, gente mais ativa sexualmente. E vice-versa.

Dicas para uma vida sexual saudável

  • Mantenha o sexo vivo, nunca caia na monotonia
  • Envolva seu parceiro
  • Mantenha-se atento à sua saúde sexual
  • Gere um ambiente de segurança e cumplicidade
  • Esteja atento para as mudanças nos gostos e práticas
  • Sexo é muito mais que sexo, é intimidade e confiança
  • Nunca desista quando as coisas se mostrarem difíceis
  • Combata o stress
  • Busque terapia específica quando necessário 

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