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Corrimento vaginal muda com uma IST? Como isso afeta o sexo?

Corrimento vaginal muda com uma IST? Como isso afeta o sexo?

Leitora do Delas notou que o cheiro de sua vagina mudou após contrair uma Infecção Sexualmente Transmissível, mas será que isso é realmente normal?

Quando uma pessoa contrai uma IST (Infecção Sexualmente transmissível), sua vida pode mudar de diferentes formas. Uma leitora do Delas , por exemplo, relatou que notou seu corrimento vaginal com um odor diferente do que costumava ser antes dela contrair clamídia. Mas isso é normal?

IST (Infecção Sexualmente Transmissível) pode mudar o odor do corrimento vaginal, mas tratamento pode resolver isso
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IST (Infecção Sexualmente Transmissível) pode mudar o odor do corrimento vaginal, mas tratamento pode resolver isso

De acordo com a ginecologista e sexóloga Nelly Kim Kobayashi, a infeção por Chlamydia trachomatis pode ser assintomática, ou seja, não apresentar nenhum sintoma. “Por outro lado, em alguns casos pode se manifestar com alteração da secreção vaginal , semelhante a pus, espesso, amarelado e com odor malcheiroso”, explica sobre o corrimento vaginal .

“A mulher que está infectada com clamídia pode também apresentar dor pélvica, dor na relação sexual  (na profundidade), sangramento com a relação sexual, sangramento fora do período menstrual ou dor ao urinar.”

Com o tratamento sendo feito da forma correta, porém, a secreção vaginal deve voltar ao normal. Caso isso não aconteça, o indicado é voltar ao ginecologista, já que pode ser necessária a realização de exames complementares, “pensando em outro diagnóstico ou resistência bacteriana”, como explica Nelly.

Meu corrimento vaginal está estranho, o que eu faço?

Caso a mulher note diferença no cheiro do corrimento, é indicado que procure um ginecologista para fazer uma avaliação
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Caso a mulher note diferença no cheiro do corrimento, é indicado que procure um ginecologista para fazer uma avaliação

Caso uma mulher sinta que seu corrimento não está como costumava ser, se sente que está malcheiroso, o profissional mais adequado para uma avaliação é o ginecologista. “A auto medicação sempre deve ser evitada, pois pode mascarar sintomas e dificultar a avaliação médica”, completa Nelly.

As secreções vaginais costumam aparecer na vida da mulher quando ela inicia a fase reprodutiva, junto da menstruação. O líquido que sai da vagina vai variar de acordo com fatores que interfiram nos hormônios da mulher, como o próprio ciclo menstrual.

Sendo assim, dependendo do período em que a mulher está, ela pode ter mais ou menos corrimento, com textura, tonalidade e quantidade de muco diferentes. A secreção normal não coça e não tem cheiro ruim, mas pode ficar amarelada após um dia todo usando a mesma calcinha – e até por isso às vezes é interessente trocar a roupa íntima.

Por isso é importante conhecer nossos próprios cheiros e nossas secreções. Não precisa ficar com nojo ou receio de olhar a calcinha e “fazer uma análise” no que tem ali, já que isso é importante para a gente perceber quando há algo de errado com o nosso corpo.

Um sinal de alerta é quando, junto com a calcinha molhada, começam a surgir dores, cheiro forte, incômodo, irritação local, coceira, vontade alterada de fazer xixi ou até dor ao urinar. Além da própria mulher tomar os cuidados necessários para conhecer o próprio corpo, a visita anual a um ginecologista também é sempre indicada para evitar esses problemas.

Tem dúvidas sobre sexo, sexualidade ou corrimento vaginal ? Entre em contato conosco pelo email sexo@igcorp.com.br . Nós traremos uma especialista para respondê-la com sigilo total.

Fonte – https://delas.ig.com.br/amoresexo/2018-10-23/corrimento-vaginal-odor-sexo.html

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